Meu menino!
Julho 29, 2009
É tão bom olhar meu filho
com seus olhos de ternura.
Há pureza, magia.
É tão bom sentir
Mesmo sabendo que às vezes
nos passam a perna
Eles são puros
como o mel em suas favas.
Eu adoro ver flores em meu filho
Mesmo quando ele chora
Ou faz coisas erradas.
Ainda quando crescer
Será o meu menino
Que gosta de brincar.
Eu adoro ser
sua criadora!
(Escrevi esse poema em 19/01/2004)
A LINHA DO MEU TEMPO
Maio 26, 2009

by Leo Horta
Se fosse tênue a minha linha
viveria dias de paz, noites sem lágrimas,
amores leves; doces humores.
Contudo, abraçaria menos, falaria menos,
agiria conforme a ciência, estudando mais.
De toda forma, adoro o emaranhado que chamo vida.
É assim que sou!
É nele que me enrosco, me encontro; que escrevo
que morro e renasço melhor, todos os dias
Nessa linha embolada, me agarro
Sorrio, vivo e me afogo
Amo forte; choro a sorte.
Adoro o meu humor ácido
a franqueza cortante e a vida louca, sem norte.
Ganho e perco o tempo todo
mas reconheço a minha sorte
percebendo que se a linha fosse outra
eu não seria quem sou…
Inteira, intensa e verdadeira!

by Fabíola Medeiros
A caminho do mar…
Outubro 9, 2008
E voa!
Voa até tocar o chão
alcance o mar
O vai-e-vem das palavras
fazem as marés mais bravas
E eu gosto assim
e sonho com asas
Meus pés calçados
conversam com a areia
e mesmo os tendo
me sinto sereia
Converso cantando
o som da magia
Poesia!
Tudo é pura alegria
Então, caminho até o mar
e vôo pelo ar
perdida em meus pensamentos
… puro sentimento!
Sou fã disso!
Setembro 21, 2008
Se escrever é um dom
Eu sou poesia
Respiro versos
Me viro em prosas
Eu sou a rima
Penso em harmonia
Falo pelos cotovelos
Vivo em atropelos
Quero agora
Busco a toda hora
Vivo a mil por hora
Escrevo a qualquer tempo
Rabisco até papel usado
Deu espaço…
Lá estou eu
Escrevendo com a minha alma
Meu ser viaja nas letras
Meu ego infla
Meu peito vibra
Eu amo versejar!
Sempre? hummm… complexo demais!
Setembro 8, 2008
ETAPAS
Sofrer…
Chorar…
Chega um momento
Em que o corpo não mais aguenta.
É hora de partir…
Buscar outros oceanos para amar,
Outra lua para inspirar.
Dizer que é fácil, não posso!
A sociedade é algo cruel
Que nos amarra em seus laços
e nos embola feito novelo
desenrolado por gato, brincando.
A decisão é sábia
O coração titubeia
A razão insiste!
Atravessar o “conforto” e começar,
recomeçar tudo outra vez,
como num ensaio
que repetimos
até acertar o passo.
Assim eu vou…
Buscando, errando e acertando;
Vivendo e tentando ser feliz.
Versejando
Setembro 1, 2008
Um pouco de sonho…
Agosto 22, 2008

COISAS DO CÉU
Uma lua
De oceanos azuis…
É como sonhar
A noite toda
Com o mel
Doçura!
Um sol
Rude, de calor fulgurante…
É como dançar
Mambo… rumba
Ao som caliente.
Magia!
Maravilhas do céu…
Estrelas!!!

Arte: o refúgio preferido!
Agosto 11, 2008
Quero um mundo diferente
de olhares voltados ao belo
com pessoas conscientes
felizes, em meu Brasil verde e amarelo.
deixando secar a violência
num comportamento de bravura
vendo pessoas agindo com decência.
para ter coragem de sair da casca
mostrando todo o meu suor
doando meu trabalho; de graça.
de tudo o que vivi
só vi miséria, angustia e violência
e a pobreza pedindo clemência.
o pobre que não pode nem sonhar
e eu, dentro do meu casulo
escrevo pra não acordar.
gritando, desabafando
a injustiça que não quero
mas não posso…
e já faço a minha parte
me tranco em meu castelo,
em meu universo paralelo.
Pra quê?
Agosto 6, 2008
É necessário protocolar?
Tão difícil encerrar ciclos…
Errar e acertar.
E mais um dia se acaba sem nenhuma conclusão…
Quem sou eu para ditar a razão?
Só quero isso!
Ter a chance de tentar e experimentar, ao menos.
Sentir a liberdade batendo à porta,
Atirando-me de corpo e alma.
Vivendo, pulsando e aprendendo.
Ir e vir!
Fazer o que quiser e botar pra fora o centauro que mora aqui.
Sou apenas um aprendiz!
Sigo meu caminho em paz e com a alegria de sempre.
Agosto 2, 2008
PASSO
O tempo é senão
O passar constante
Das coisas, das situações
O tempo
Muda os sonhos
Os passos, os rumos
O tempo cura feridas
Abre outras…
Faz alguns sentimentos esfriarem
Outros aquecerem.
Faz pessoas se amarem
E até se odiarem.
O passo aumenta
Diminui
Acelera
Descompassa…
O tempo é senão
O caminho que percorremos
para o próximo passo!
“O que me dói não é
O que há no coração
Mas essas coisas lindas
Que nunca existirão…
São as formas sem forma
Que passam sem que a dor
As possa conhecer
Ou as sonhar o amor.
São como se a tristeza
Fosse árvore e, uma a uma,
Caíssem suas folhas
Entre o vestígio e a bruma”.
Fernando Pessoa, 5-9-1933
“O que me dói não é
O que há no coração
Mas essas coisas lindas
Que nunca existirão…
São as formas sem forma
Que passam sem que a dor
As possa conhecer
Ou as sonhar o amor.
São como se a tristeza
Fosse árvore e, uma a uma,
Caíssem suas folhas
Entre o vestígio e a bruma”.
Fernando Pessoa, 5-9-1933
“O que me dói não é
O que há no coração
Mas essas coisas lindas
Que nunca existirão…
São as formas sem forma
Que passam sem que a dor
As possa conhecer
Ou as sonhar o amor.
São como se a tristeza
Fosse árvore e, uma a uma,
Caíssem suas folhas
Entre o vestígio e a bruma”.
Fernando Pessoa, 5-9-1933
“O que me dói não é
O que há no coração
Mas essas coisas lindas
Que nunca existirão…
São as formas sem forma
Que passam sem que a dor
As possa conhecer
Ou as sonhar o amor.
São como se a tristeza
Fosse árvore e, uma a uma,
Caíssem suas folhas
Entre o vestígio e a bruma”.
Fernando Pessoa, 5-9-1933












